segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Cadê a propaganda do OREO?


Que biscoito é esse que de repente está em todas as tendências da "moda"?
Pra quem não sabe, esse biscoito já foi lançado no Brasil, em 1995, mas sua fabricação foi interrompida pois as vendas não eram satisfatórias, e assim, foram retiradas do mercado.
Ele voltou ao mercado brasileiro no início de novembro em lojas da rede Walmart. Mas sua reestreia tem se mostrado um pouco atrapalhada. Presente em mais de 100 países (menos o Brasil), o produto volta às gôndolas trazido pela Mondelez, novo nome da Kraft Foods, dona da marca. Apenas as lojas das regiões Sul e Sudeste da rede varejista venderão o biscoito, por enquanto. O Oreo foi lançado no Brasil em 1995, mas sua fabricação foi descontinuada em meados de 2000. A concorrente Nestlé fabrica localmente um produto similar líder de mercado, o biscoito Negresco, que muitos consumidores desavisados acreditam se tratar do Oreo após uma mudança de nome.
A estratégia do fabricante poderia ser classificada como 'misteriosa', a exemplo do que ocorre com a Apple sempre que está às vésperas de lançar um novo produto. Contudo, é difícil acreditar em tal guinada quando se trata de uma das marcas mais criativas e, por assim dizer, 'barulhentas' da publicidade mundial. No ano passado, a Oreo movimentou o meio publicitário ao endossar a causa gay criando um anúncio nas redes sociais de um biscoito com recheio em diversas camadas, cada uma de uma cor, remetendo ao símbolo do arco-íris. Nos últimos anos, foi autora de diversos virais de marketing em tempo real — que são ações criadas 'a toque de caixa' baseadas em eventos factuais (como o casamento do Príncipe William, por exemplo) para acompanhar o burburinho sobre um determinado assunto.
Um simples tweet da Oreo feito durante a final do SuperBowl deste ano ganhou alguns dos principais prêmios da publicidade mundial. Quando todas as luzes se apagaram devido a um blecaute antes do último jogo da temporada de futebol americano, a agência de publicidade 360i tuitou imediatamente a imagem de um biscoito Oreo numa tela escura, destacado por um holofote, com a seguinte frase: you can still dunk in the dark, algo como 'você ainda pode mergulhar seu biscoito no escuro'. A palavra 'mergulhar' se refere ao hábito que muitos americanos têm de embeber o biscoito no leite antes de comê-lo. A rapidez com que a ação foi veiculada fez com que a marca ganhasse exposição total no maior evento esportivo (e publicitário) dos Estados Unidos.
Ou seja, o biscoito é conhecido antes mesmo de ser divulgado oficialmente. O que pode explicar isso são as propagandas que acompanham os acontecimentos mundiais em tempo real. Ele está sempre com a gente, no nosso dia-a-dia. Bela estratégia, não? 

Para acessar o vídeo da chegada da OREO no Brasil acesse o link abaixo:

Por Aline Nóbrega.

Eduardo e Mônica


25 anos após a sua criação, a empresa de telefonia Vivo deu vida ao casal mais conhecido do Brasil: Eduardo e Mônica. A música composta por Renato Russo foi sucesso na década de 80 e continuou por várias gerações. O clipe foi lançado como campanha para o dia dos namorados em 2011 e teve uma repercussão gigantesca: em pouco mais de dois dias a campanha publicitária teve mais de duas mil visualizações no YouTube. A história de um casal com tantas diferenças mas que escolheram ficar juntos, foi contada de uma maneira descontraída e contemporânea, onde Eduardo e Mônica utilizam os serviços que a operadora oferece em todos os momentos de suas vidas.


Assista ao clipe “Eduardo e Mônica” e sinta-se apresentado ao casal mais famoso da nossa música!

Por Carolina Silva.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

"Pôneis malditos, pôneis malditos..."


Em 2011 a Nissan lançou o comercial, da picape Frontier, 

 “Pôneis Malditos” na TV e uma versão estendida na web. Nesse comercial a Nissan provocava seus concorrentes dizendo que só ela tem cavalos de verdade no seu motor, e os concorrentes tem apenas bichinhos, pôneis. Como se não bastasse, no comercial os pôneis ainda cantarolavam “Venha com a gente atolar. Odeio barro, odeio lama, que nojinho! Não vou sair do lugar.”O comercial apresenta ainda o pônei mandando um beijo e dizendo “te quiero”, ou “quero você”, em castelhano. Isso pode ser entendido como um recado da Nissan a Ford, Toyota e Volkswagen , suas concorrentes que também fabricam picapes Ranges, na Argentina.Com essa campanha provocativa, no final do comercial aparece um pônei pedindo para que você o compartilhe ou ficará amaldiçoado com a música na cabeça. E não teve outra ,a propaganda da Nissan foi um sucesso, seu vídeo oficial ultrapassou 5 milhões de visualizações no YouTube na época. Além do aumento nas vendas, a Nissan também ganhou dois prêmios na 37ª edição do Festival Brasileiro de Publicidade realizado pela Associação Brasileira de Propaganda , segundo informações da assessoria de imprensa da Agência Lew Lara, responsável pela campanha.

Para assistir o vídeo da propaganda, acesse o link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=X3yGSJE53kU

Por Amanda Rastoldo.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Expansão das grandes ligas

Na busca por relacionamentos lucrativos em novos mercados, as grandes ligas esportivas estão criando estratégias para expandir sua marca ao redor do mundo. A NBA, por exemplo, pelo segundo ano consecutivo leva para o Brasil um jogo de pré-temporada com dois grandes times da Liga (Miami Heat v Cleveland Cavaliers). Os objetivos dessa estratégia são: Aproximar-se do público, descobrir seus interesses e criar novas estratégias e planos para expansão da marca no local. Esse método gerou uma parceria com o maior e-commerce do país (Netshoes), e assim foi criada a Loja oficial de produtos da Liga no Brasil. Alguns anos atrás era difícil encontrar produtos oficiais da liga no Brasil e por um preço justo. Outro exemplo do interesse de se estabelecer no mercado brasileiro é que será anunciado, no dia 11 de Outubro de 2014, uma parceria entre a NBA e a NBB (Novo Basquete Brasil) que está criando uma grande expectativa para o fortalecimento da marca brasileira nos Estados Unidos também. Outras ligas estão seguindo esse caminho de expansão ao redor do mundo. A NFL (National Football League), por exemplo, leva um jogo da temporada regular para Londres (Wembley) e esse ano já autorizou a venda de material esportivo em solo brasileiro. A Liga mais rica do mundo depende muito desse modelo expansionista para aumentar cada vez mais suas receitas. Com o aumento do interesse do público americano no futebol, times como Liverpool (ING), Real Madrid (ESP), Manchester City (ING) mandaram jogos de pré-temporada na terra do Tio Sam. O que despertou o interesse dos clubes foi que segundo a revista Forbes, na temporada de 2012, os 19 times da MLS faturaram US$ 494 milhões (R$ 1,2 bilhão). Em 2008, a MLS gerava US$ 166 milhões (R$ 403 milhões) em receitas, o que significa dizer que nesses anos, o faturamento da entidade fora triplicado. Vale ressaltar que o público nos Estados Unidos que acompanham aos jogos são na maioria imigrantes residentes no país, mostrando que mais do que procurar novos públicos, existe uma preocupação com os já existentes em lugares distantes. Um número muito expressivo do sucesso do tour dos times nos Estados Unidos foi que o maior público já registrado numa partida de futebol em solo americano foi entre Manchester United (ING) vs Real Madrid (ESP). Portanto, será cada vez mais comum a presença desses clubes e franquias em solo estrangeiro devida a necessidade de expansão da marca e a busca pelo aumento das receitas.

Por Geovani Gabizo.

quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Pode ser o que?

Acho que todo mundo já viu essa propaganda, certo? Sem dúvida, com a monopolização quase total da Coca-cola, a Pepsi teve uma ideia fenomenal com esse comercial, à princípio.
Vamos pensar: na teoria a prática é outra. Porque escolhemos esse vídeo para estrear o Blog?
A começar, tudo tem um duplo sentido, as pessoas interpretam o que veêm cada uma de uma maneira, ou seja, podemos gerar vários sentidos sem perceber e isso é uma das maiores dificuldades de se fazer uma propaganda: fazer com que as pessoas interpretem do jeito que você quer!
A propaganda da Pepsi foi ótima, muitas pessoas entenderam o recado. Mas se avaliarmos mais profundamente, podemos perceber que a Pepsi se assumiu uma segunda opção. Isso não é muito bom para uma marca, se render à uma única posição, no caso da Pepsi, um "2º lugar".
Como marca devemos sempre ter a ganância de nos tornarmos os primeiros. Em vendas, criatividade, inovação e propaganda. E isso não foi um ponto positivo para a Pepsi.
Acabo por aqui e deixo a seguinte questão: 
"Pode ser bom?" Não sei, mas pode ser muito bom: pode ser Coca!

Para assistir o vídeo acesse o link abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=MkyWgYrtjmk



Por Aline Nóbrega.